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Militar português morre na sequência de ataque terrorista no Mali


18.06.2017 - Um militar português morreu e outro ficou ligeiramente ferido durante um ataque das forças rebeldes no Mali, informou esta segunda-feira o Exército. O militar morreu num ataque levado a cabo por homens armados no domingo, perto da capital do país, Bamaco. Tinha 42 anos, era casado e pai de dois filhos menores de 18 anos. Outro militar português, que também estava no local, já “se encontra completamente recuperado”. A Reuters adianta que o ataque fez dois mortos. O sargento-ajudante Gil Fernando Paiva Benido integrava o Contingente Nacional na Missão de Treino da União Europeia no Mali.


A família foi informada da morte esta manhã, disse ao PÚBLICO o tenente-coronel Hélder Perdigão, porta-voz das Forças Armadas, que explica o contexto em que aconteceu o ataque: "Os militares têm actividades operacionais, e nos intervalos dessas actividades são colocados, para os momentos de descanso, neste centro", disse.

Segundo o comunicado do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), o local onde ocorreu o ataque, o Hotel Le Campement Kangaba, "é reconhecido e autorizado pela Missão de Treino no Mali – ao serviço da qual estava o militar – como Welfare Center entre os períodos de atividade operacional dos militares que prestam serviço naquele país".

A morte ocorreu "devido a confrontos ocorridos na sequência de um ataque de elementos rebeldes que provocou outras baixas entre elementos de outros contingentes", adianta por sua vez o comunicado do Exército.

O ministro da Defesa, José Alberto Azeredo Lopes, manifestou em seu nome pessoal e em nome do Governo “profundo pesar pelo falecimento do militar do Exército português que se encontrava ao serviço da Missão da União Europeia no Mali (EUTM)” e visitou, juntamente com o Chefe do Estado Maior do Exército, General Rovisco Duarte, a família do militar falecido “para prestar os seus mais profundos sentimentos e solidariedade nesta hora de dor e sofrimento”, lê-se num comunicado do gabinete do ministro.
Fonte: PUBLICO.PT