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  Notícias

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado num conjunto de acontecimentos recentes onde a Dignidade da Pessoa Humana esteve claramente patenteada – DIA DO COMBATENTE, na Batalha.


14.04.2018 - O Chefe de Estado, Comandante Supremo das Forças Armadas de Portugal e Presidente de Honra do Conselho Supremo da Liga dos Combatentes Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu no dia 14 de Abril de 2018, às cerimónias que se realizaram no Mosteiro de Santa Maria da Vitória na Batalha - Leiria: Comemoração do Dia do Combatente, Evocação do Centenário da Batalha de La Lys e 82ª romagem ao Túmulo do Soldado Desconhecido.


As cerimónias tiveram início com uma celebração eucarística que se realizou na Igreja do Mosteiro da Batalha, onde assistiram ao ato solene, inúmeras entidades civis e militares, nacionais e internacionais.

Esta cerimónia foi presidida pelo Bispo Emérito de Portalegre e Castelo Branco, ficando todo o interior da Igreja “emoldurado” por um vastíssimo número de guiões de Núcleos e Associações de Combatentes, transportados por antigos Combatentes.

No largo do Mosteiro da Batalha encontrava-se uma extraordinária moldura humana que era constituída por cidadãos vindos de vários pontos do país com o propósito de marcarem presença nestas cerimónias de tão significativo simbolismo para Portugal e para a Humanidade.

Todos os presentes tiveram a oportunidade de assistir aos discursos e ao desfile das forças em parada, compostas por militares dos três ramos das Forças Armadas de Portugal (Exército, Marinha e Força Aérea Portuguesa).

No Museu das Oferendas foi possível apreciar todas as insígnias ali expostas.

Na Sala do Capítulo realizou-se uma cerimónia que visou Homenagear os Mortos em Defesa da Pátria, decorrendo ainda o descerramento duma placa evocativa do Centenário da Grande Guerra pelo Presidente da República, uma deposição de flores junto ao Túmulo do Soldado Desconhecido pelas várias entidades presentes, sendo prestadas Honras Militares aos Mortos caídos em Defesa da Pátria com os toques de silêncio e de alvorada.

Sublinha-se que desde 9 de Abril de 1921 a Sala do Capítulo, no Mosteiro da Batalha, alberga o Túmulo do Soldado Desconhecido onde estão os corpos de dois soldados, um morto na Flandres e outro na ex-colónia portuguesa Moçambique.

A Banda do Exército finalizou a cerimónia com o Hino Nacional.

Nestas cerimónias de tão enorme significado, além do Presidente da República, marcaram também presença as mais altas patentes militares, designadamente: Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, os três Chefes de cada um dos ramos, (Exército, Armada e Força Aérea Portuguesa) e vários Oficiais Generais das Forças Armadas de outros lugares do mundo.

Estiveram ainda presentes, representações da Assembleia da República, do Governo de Portugal e de muitas outras estruturas que integram o Estado Português, além de outras entidades oficiais nacionais e locais, assim como ainda estiveram representados vários países de diferentes continentes através dos seus Embaixadores, nomeadamente: Alemanha, Roménia, Timor, França, Reino Unido, Angola, e Moçambique, e também Adidos de Defesa Militares acreditados em Portugal.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado nestas cerimónias, pelo seu Presidente Dr. Luís Andrade.

É de referir que o Presidente da República na sua expressiva intervenção recordou todos aqueles que foram mortos na Batalha de La Lys e também nas ex-colónias portuguesas.

O Comandante Supremo das Forças Armadas referiu-se ainda à coragem dos que lutaram na primeira Grande Guerra, à resistência de muitos milhares de soldados em terras desconhecidas e “em condições físicas e psicológicas muito adversas”.

É com grande apreço que o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) vem recebendo ao longo do tempo, muitos reparos provenientes de cidadãos em geral em que referem que o Chefe de Estado de Portugal é um acérrimo defensor da Dignidade da Pessoa Humana e um autêntico Promotor dos Direitos Humanos, não só em Portugal, como noutros lugares do Globo.

Também não passaram despercebidas a muitos cidadãos as palavras que o Presidente da República enfatizou no seu discurso, referindo-se às Forças Armadas Portuguesas, dizendo: “nunca esqueceremos os outros bravos da nossa história, os da defesa da Paz e da Dignidade Humana”.

Por sua vez o Presidente da Liga dos Combatentes de Portugal, General Joaquim Chito Rodrigues, agradeceu publicamente ao presidente da República a sua presença e todo o empenho que tem manifestado pela causa dos combatentes.

Também é com muita satisfação que o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) constata que muitos antigos combatentes vêm no General Chito Rodrigues uma personalidade de grande dimensão humana.

Verifica-se que esta individualidade tem estado ao longo de vários anos a dirigir os destinos da Liga dos Combatentes com excelente sentido de missão, competência e muita dedicação, o que se traduz numa mais-valia para o prestígio das Forças Armadas e para Portugal, resultando honra e lustre para a Pátria.
O Presidente da Liga dos Combatentes, sendo um paladino dos Direitos Humanos, na sua notável intervenção, fez questão de evidenciar o grande apreço que tem pelos Direitos Humanos.

Após terminarem as cerimónias, seguiu-se um almoço no Regimento de Artilharia de Leiria para mais de meio milhar de convidados, antigos combatentes e familiares.

É com muita satisfação que o OIDH vê os militares portugueses, dispersos pelos mais diversos lugares do mundo, a contribuírem para a Paz, Segurança e Defesa dos Direitos Humanos de acordo com a carta das Nações Unidas e dos acordos internacionais, devendo constituir motivo de orgulho para todos os que almejam a Paz.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) ao terminar esta introdução gostaria apenas de relembrar as palavras de Sua Santidade Papa João Paulo II, que um dia foram ditas, numa Homilia na Praça de São Pedro em Roma, onde estavam reunidos muitos militares, o Sumo Pontífice, dirigindo-se a estes militares, disse: “os militares são verdadeiros arautos e defensores da paz”.
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