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Liga dos Combatentes


 

 








 

 

 

 

 








 
 

 

 

 

  NÚCLEOS

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COVILHÃ

O Núcleo da Covilhã da Liga dos Combatentes, fundado no ano de 1926, tendo como primeiro presidente o Capitão Victoriano Cruz Nazarett, na época, militar de carreira no Regimento de Infantaria 21, nesta cidade da Covilhã.

Após uma vasta odisseia de vida difícil estabiliza em 1980 com Corpos Sociais que se vão sucedendo e credibilizando a Instituição no meio covilhanense e nacional, e tem demonstrado, possuir meios humanos que o têm tornado cimeiro na capacidade de desenvolver iniciativas para bem dos associados e segundo a vocação solidária da Liga dos Combatentes. Sem ostracizar ou minimizar qualquer outra das actividades projectadas, de índole cultural, desportiva ou recreativa, devem destacar-se dois projectos que, pela importância e impacto a que conduzem, não deixam de interessar os associados do Núcleo. O primeiro, o projecto da construção da “Sede Social/Centro de Dia” ideia que se defendeu e amadureceu perante o fenómeno do envelhecimento dos combatentes (ainda de espírito jovem!), facto que faz com que os idosos ganhem cada vez maior importância na realidade social, o que suscita progressiva atenção por parte das instituições e dos políticos. É dever do Núcleo lutar contra adversidades, congregar sinergias que permitam intensificar actividades, proporcionar a abertura a outras formas complementares de lazer e cultura, em suma colaborar para um envelhecimento saudável, onde não falte a medicina preventiva, curativa e de reabilitação, apoiada em serviços de gerontologia, geriatria e fisioterapia.

Acreditamos que a sede vai ser uma realidade e estamos convictos que tal melhoramento social, configurado num refúgio de lazer portador da modernização de serviços, resultará num significativo benefício para a qualidade de vida que se deseja e que os associados possam usufruir proximamente. A exequibilidade do projecto ficará a dever-se, sem dúvida, à cooperação conjunta da Câmara Municipal da Covilhã e da Direcção Central da Liga dos Combatentes, mas também à condução do projecto por parte do Núcleo. A segunda iniciativa está consubstanciada n’ O Combatente da Estrela. É efectivamente, um meio muito válido para a fidelidade dos sócios ao Núcleo. Este jornal é de particular importância conquanto pode contribuir não só para a difusão de notícias, mas também da cultura nos variados domínios do saber, bem como do lazer, aqui incluindo o turismo sénior.

Ao perspectivar a possibilidade de colaboração de jovens alunos e licenciados em Ciências da Comunicação, curso ministrado pela Universidade da beira Interior, a Direcção está a dar um passo decisivo para a continuação deste periódico, usufruindo do espírito jovial, do dinamismo e dos conhecimentos destes novos colaboradores que enriquecerão o conteúdo do jornal. Simultaneamente, permitir-se-á que estes jovens se iniciem na difícil arte que é a de ser “jornalista”, abordando temas que, em qualquer caso, devem exprimir valores éticos, de entreajuda e aproximação altruísta, vertentes próprias da Liga dos Combatentes. A vitalidade do Núcleo é um facto insofismável. A credibilidade adquirida junto das instâncias locais e nacionais permitem dizer que estamos perante um dos maiores núcleos que compõem o extenso grupo de Núcleos da Liga dos Combatentes no todo nacional, contando com um efectivo real de um milhar de sócios.

Conta com Corpos Sociais devidamente enquadrados nas diversas actividades, procurando que todos os associados participem de forma activa nas suas actividades.No Plano Cultural o destaque, para lá do já citado órgão informativo «O Combatente da Estrela», a Secção de Coleccionismo é a digna representante do coleccionismo covilhanense e região, promovendo no calendário nacional, anualmente, a “Feira de Trocas da Covilhã”. Algumas Exposições e actos culturais, normalmente na data comemorativa do sua fundação, Fevereiro/Março de cada ano, sobressaindo a “Exposição Afro-Asiática” no 5º Centenário de Pêro da Covilhã em 1987, que mereceu cunhagem de Medalha alusiva. Outras exposições e mostras se seguiram.

A pequena Biblioteca possui obras de grande valor, merecendo a constante consulta dos seus associados e outros interessados. A informática há muito que merece atenção especial dos dirigentes, razão da existência desta página.No Plano Desportivo há já vários anos que possui uma Classe de Ginástica de Manutenção, em crescendo no seu número de integrantes, tal como sucede com o Futsal. Uma palavra especial para o Torneio de Malha disputado anualmente e que designa por “Torneio João Quelhas” em memória do sócio impulsionador da tradicional modalidade.As exíguas instalações não são adequadas a toda e tanta actividade. O merecimento do trabalho e labor que o Núcleo desenvolve leva ao constante apoio quer da Câmara, quer das Juntas de Freguesia locais, com destaque para – São Martinho, Conceição e Santa Maria, e, ainda, do Governo Civil e entidades privadas, como é o caso do Intermarchè da Covilhã, com um protocolo especial para os associados.O Talhão dos Combatentes sofreu obras de fundo com o apoio da Câmara Municipal, o mesmo sucedendo no Fundão, servindo de modelo para aplicação noutros Núcleos.

A eficiência do Talhão da Covilhã será aplicada no Talhão do Fundão logo que assinado protocolo em estudo.Em 1999 procedeu à inauguração, com pompa e circunstância de um Monumentos aos Combatentes do Ultramar, com projecto do Arq. Rodolfo Passaport, apoio da Câmara e presença do Sr. General Morais Barroco. Também no Tortosendo foi construído Monumento com a mesma finalidade, com o apoio da Junta de Freguesia, desenho e projecto do Arq. Paulo Domingos Matos e na inauguração entre muitas individualidades esteve o Sr. General Oliveira.Uma outra actividade tem merecido algum relevo – a organização de excursões com cariz cultural – Santiago de Compostela, Fátima, Douro, Cidade Rodrigo, Gerês e outras. Na verdade o Núcleo está de boa saúde e só falta completar o sonho de construir a sua nova Sede Social, onde integrará um Centro de Dia e Noite.