83º. Aniversário da Liga dos Combatentes

As cerimónias comemorativas do 83º. Aniversário da Liga dos Combatentes tiveram lugar em Lisboa, no dia 14 de Outubro. Em Belém, junto do Monumento aos Combatentes do Ultramar, marcaram presença o Secretário de Estado da Defesa e dos Assuntos do Mar, que presidiu – Oficiais-Generais dos três Ramos das Forças Armadas, Entidades Militares, Adidos Militares acreditados em Portugal, Entidades Civis, Presidentes dos Núcleos da Liga e os Presidentes de outras Associações de Combatentes. Do programa constou uma alocução alusiva – proferida pelo General Vaz Antunes, que actualmente exerce as funções de Assistente do Chefe de Estado-Maior para as Informações no Estado – Maior da União Europeia, Bruxelas –, tendo falado também o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues e o Dr. João Mira Gomes. Na sequência da Cerimónia, procedeu-se à imposição de condecorações a duas funcionárias da Liga dos Combatentes, a dois ex – Presidentes de Núcleos da Liga dos Combatentes e a um membro da Direcção Central que terminou as suas funções na Liga.

Medalha de Honra ao Mérito – Prata, atribuída ao Coronel Carlos Alves Pimenta que terminou este ano as funções de vogal da Direcção Central da Liga, por altos serviços, muito distintos e do mais elevado mérito, prestados ao serviço da Liga.
Medalha de Mérito da Liga dos Combatentes, atribuída ao Senhor Coronel António Torres Andrade e Silva, Ex – Presidente do Núcleo de Elvas, por muito bons serviços, distintos e de elevado mérito, prestados ao serviço da Liga.
Medalha de Mérito da Liga, atribuída ao Senhor Coronel José Martins Patrício, ex – Presidente do Núcleo de Lagos, por muito bons serviços, distintos e de elevado mérito, prestados ao serviço da Liga.
Medalha de bons serviços – Ouro, atribuída a Clarinda do Carmo Russo, por bons serviços prestados ao serviço da Liga dos Combatentes durante 40 anos.
Medalha de bons serviços – Ouro, atribuída a Constança Rosa das Neves Soares, por bens prestados ao serviço da Liga durante 39 anos.

De seguida procedeu-se ao descerramento das lápides com os nomes de militares portugueses mortos em Angola e na Índia, foi igualmente descerrada uma lápide em local próprio com os nomes dos militares mortos nas Operações de Paz.